Onde está Félix?

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A dialética atua no futebol a uma velocidade vertiginosa. Bruno Lage, que na época passada foi a tese perfeita entre um grupo de jogadores saturados e um treinador em fim de linha, aparece agora como antítese de si mesmo, no polo contrário ao que foi até há meses. Agora, nas derrotas, aparece titubeante, agarrado à bengala de lugares comuns. Chuta para o próximo jogo a esperança que matou ainda antes da última derrota. Com voz tremida. Titubeante.

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