Pela esperança de Marcelo

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No meio do regresso dos beijos a matronas, de alta diplomacia, de táticas futeboleiras, Marcelo Rebelo de Sousa resolveu entrar de pé em riste sobre António Costa. Marcelo tinha dito que, com ele, não se voltaria atrás no desconfinamento, Costa resolveu retorquir que o futuro aos especialistas e ao vírus pertence. Aí, Marcelo, na bola dividida, mete o pé em riste, proclamando quem manda mais numa Democracia em que o Presidente é eleito por voto direto. E Costa encolheu o pé – é claro que quem manda mais é o Presidente, concedeu o chefe do Governo. O que tem isto a ver com futebol? Muito, para lá do metafórico pé em riste, deixado acima.

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