Vieira fareja a presa

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Sobre o passado, a palavra de Luís Filipe Vieira vale muito pouco. Ou por ter uma memória seletiva, ou um esquivo compromisso com a verdade, o que Vieira diz pode escrever-se, para se reescrever vezes sem conta. A forma como lança a palavra de honra é mais fácil do que o toque com que Rui Costa lançava os avançados. Gosto de Vieira, como gosto de vários outros personagens eternamente saídos do delicioso livro de Mário Zambujal, ´Cronica dos Bons Malandros’.

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