O fim de um ciclo

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Os resultados do Benfica dos últimos meses e, acima de tudo, o cenário de anarquia que se vê em campo são reflexo de um mal maior que afeta o clube hoje. É óbvio que, com soberba, a época foi, uma vez mais, mal planeada; que em janeiro não se corrigiram fragilidades óbvias no plantel e que as contratações obedeceram, de novo, mais às necessidades do mercado e dos agentes do que aos interesses do Benfica. Tal como não restam dúvidas de que Bruno Lage perdeu o norte e, entre o modo aleatório como passou a escolher o onze principal e as substituições sem nexo, passou mesmo a ser um problema adicional.

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