Vieira ou o dilúvio?

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Em março de 1962, ainda na ressaca da vitória contra o Barcelona na final da Taça dos Campeões Europeus, os benfiquistas elegiam Fezas Vital para suceder a Maurício Vieira de Brito na presidência, numa salutar rotatividade diretiva, condizente com os pergaminhos democráticos do clube. Dois meses depois, já com António Simões e Eusébio na equipa, o Benfica ganharia uma nova final europeia, desta feita em Amesterdão contra o Real Madrid. O que se seguiu a esta tão aventureira troca de cadeiras não foi a catástrofe, nem o dilúvio. Foram quatro finais europeias em seis anos, num ciclo que constituiu o período mais triunfal da nossa história centenária.

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