Anatomia de um falhanço

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Chegados a fevereiro, o balanço é inequívoco: afastados do acesso à Champions pelo PAOK, dominados pelo FC Porto na Supertaça, eliminados nas meias-finais da Taça da Liga pelo Sp. Braga e a acumular maus resultados e péssimas exibições no campeonato. A derrota com o Sporting foi apenas mais uma, a somar a tantas outras sempre que enfrentámos equipas com alguma qualidade. Ainda com a primeira volta por terminar, estamos a nove pontos do primeiro classificado e a cinco do segundo, ex-aequo com o Sp. Braga. E, infelizmente, nem o azar, nem as arbitragens (sempre tão úteis para justificar insucessos) servem de atenuantes. O Benfica tem os resultados que merece, fruto de um futebol desligado, sem rasgo nem consistência, ofensivamente medíocre e com pouca ou nenhuma chegada à baliza adversária.

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