Como sempre, como dantes

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Não é novidade que a história se repete, primeiro como tragédia, depois como farsa. O problema é que, quando olhamos para o futebol português, torna-se improdutivo classificar as repetições como se de farsas se tratasse. Infelizmente, vão bem para além disso. É penoso ver as personagens de sempre, agora acompanhados por novos figurantes, que desempenham, no entanto, os mesmos papéis do passado. Já as situações não passam de repetições burlescas e entediantemente previsíveis.

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