A ambição do Benfica
Olhemos para o topo da Premier League: em 1.º lugar, o City de Guardiola, seguido pelo Liverpool de Klopp, o Chelsea de Sarri, o Tottenham de Pochettino e ainda o Arsenal de Emery. Mesmo na liga que é paradigma do futebol moderno, transformado em negócio televisivo de muitos milhões, o que prevalece é uma ideia de jogo. Prevalece e compensa. As equipas têm assinatura, na forma diferenciada como pressionam a saída de bola dos adversários, na busca incessante de um processo de jogo, invariavelmente assente na posse, e, fundamental, vencem por causa dessa assinatura.
