A democracia benfiquista

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Na sexta-feira, já a Assembleia Geral ia longa, quando Rui Costa, com alguma hesitação, procurou intervir. Enquanto ia trocando olhares, ora com os seus vice-presidentes, procurando sinais, ora com a mesa, esperando, por um instante, alguma demonstração de bom senso, sugeriu que os bons resultados no futebol se deviam à estabilidade que a direção fora capaz de assegurar. Certamente para surpresa do próprio, logo se seguiu uma ligeira vaia de fundo, num crescendo suficiente para que o argumento fosse abandonado.

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