Limitar as chicotadas

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Não é difícil pensar numa mão-cheia de propostas de regulação que podiam melhorar o futebol português. Estranho é que não sejam debatidas e que não existam condições para, de facto, as aprovar. O caso recente em que o Governo decretou a centralização de direitos televisivos deve ser lido, aliás, como uma manifestação de falência da autorregulação do nosso futebol. Independentemente do juízo que possamos fazer sobre esta matéria, é no mínimo estranho que seja preciso um decreto do executivo para assumir uma decisão que devia e podia ter sido tomada pelos clubes.

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