Quem quer uma revolução?
Não são precisos muitos jogos para se ver o toque de Jesus nas equipas. Ao terceiro jogo, os sinais de mudança já lá estão: pressão intensa com critério e mobilidade atacante, com indícios do regresso do saudoso carrossel que fazia surgir sempre muitos jogadores na frente. Depois, já se sabe, as equipas de Jesus são particularmente competentes na organização defensiva, pelo que aí também as melhorias estão garantidas. Claro que faz diferença ter acrescentado três internacionais ao plantel – com Everton, Vertonghen e Waldschmidt, o talento individual reforça a capacidade coletiva. Não tenhamos dúvidas, bastava este trio ter chegado há um ano para neste momento estarmos a celebrar mais um campeonato.
