Casas por preencher

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Tenho reparado num senhor que, pelo final da manhã, se senta num banco de jardim nas traseiras da minha casa com um livro de sudoku, uma caixa de lápis e canetas e uma paciência que parece não ter fim. Preenche quadrados, faz contas, apaga, corrige. E, à distância, parece dedicar especial atenção às bordas. Admito que há algo de tranquilizador em ver alguém ocupar o tempo assim, uma casa de cada vez. 

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