Deus, La Liga e um Calippo
Eu sei: o óbvio não precisa de ser constatado e provavelmente já se percebeu que tenho um fraquinho pela liga espanhola. Mérito ou demérito, também, dos meus amigos que vivem aqui ao lado. Se o Álvarez, que aos domingos pede religiosamente a Deus por uma vitória do Barcelona, me escreve desde a Catalunha sobre como está radiante com a chegada de João Cancelo, o Ivan, companheiro de profissão sempre atento a tudo o que se passa em Madrid, partilha comigo, quase ao minuto, a conferência de imprensa de José Mourinho, para ele também uma espécie de ser divino. Cada um com a sua fé.