Rui Calafate

Rui Calafate Consultor de comunicação

Gratidão

Foi a série Drive to Survive da Netflix que me voltou a apaixonar pela Fórmula 1. Andava arredado dela desde a trágica morte de Ayrton Senna naquela maldita curva de Imola. Há uma enorme expectativa para a nova temporada que arranca hoje na Austrália. Se na época transacta a McLaren de Zak Brown espetou uma lança em África com a conquista do campeonato dos Construtores à Red Bull, adivinha-se uma maior competitividade entre as duas citadas mais a Ferrari e Mercedes. Para quem vê aquela notável série, já temos também os nossos preferidos entre os líderes das escuderias. Toto Wolff (Mercedes), Christian Horner (Red Bull) Zak Brown (McLaren) Frederique Vasseur (Ferrari) e agora até de volta ao ‘paddock’ com a Alpine o mítico Flavio Briatore, são estrelas planetárias ao nível dos melhores pilotos. Em 2024 houve duas grandes histórias que assolaram a Fórmula 1: o processo por assédio a Christian Horner e a tragédia grega, após 12 anos de relacionamento, com a saída de Lewis Hamilton para a Ferrari. Toto Wolff escreve uma carta de adeus ao piloto que lhe deu todos os títulos: “Encontra sempre a tua gente. Que partilha os teus sonhos. Que luta ao teu lado. Que te apoia e te dá ouvidos e que nunca deixa de acreditar, mesmo quando tu deixas de acreditar. Cada sonho precisa de uma equipa”. Num mundo cão como é a Fórmula 1, uma mensagem de gratidão é bonita de assinalar.

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