A impunidade não pode vencer
Se virmos bem as coisas, desde que José Pratas parecia um galgo de corrida a fugir à frente de um batalhão de jogadores, pouco mudou no futebol português. Vieram troféus internacionais, de clubes e selecções, reconhecimento do talento dos nossos atletas e treinadores, surgiram as SAD, os directores de comunicação, as academias de formação e os direitos televisivos passaram para as operadoras, contudo, a mentalidade que continua a conduzir a grande maioria dis dirigentes permanece na idade da pedra da tacanhez.