A Liga da brincadeira
Everton Ribeiro é um dos craques da esplendorosa máquina imbatível em que se tornou o Flamengo. Há poucos dias elogiou a "política de baixa rotatividade entre titulares" imposta por Jorge Jesus. O Brasileirão envolve cansativas viagens de avião de milhares de quilómetros, sem esquecer a pressão e mais jogos e viagens da Libertadores. É um quadro competitivo exigente, com combates de três em três dias, enquanto por cá já tivemos um mês sem jogos e até ao final de 2019 só teremos mais três para a Liga. E mesmo assim, nas últimas jornadas, diversos técnicos optaram pela tal "rotatividade" porque os "meninos" precisam de descansar quando não houve qualquer motivo para tal cansaço. O futebol pode ter enormes vultos como catedráticos em "cheiro de balneário", porém, há uma realidade insofismável ao alcance de qualquer homem e mulher de bom senso: os melhores são sempre para jogar, Jesus sabe isso como ninguém e é essa a sua filosofia.