Aqui escrevi na semana passada que Rui Borges e José Mourinho estavam obrigados a ganhar o derby. Um para manter o sonho do tri, o outro para dar um novo fôlego de confiança a quem já não acreditava nos seus poderes de feiticeiro do futebol. Podia ter caído para qualquer lado, mas em Alvalade sentiu-se a centelha do velho Special One. Sem esquecer que o penalty de Luis Suárez devia ter sido repetido, o setubalense foi mais arguto, mexeu no tempo correcto, a equipa estava mais fresca do que o rival e foi feliz.