Rui Calafate

Rui Calafate Consultor de comunicação

Lancem-se os dados

Adicione como fonte preferencial no Google

Se a primeira parte da Supertaça fosse decisiva para uma vitória do FC Porto, tal foi o domínio, poder-se-ia pensar que na Luz surgiria a breve trecho uma crise de abundância. A verdade é que esse período do jogo, com as mexidas certas, sobretudo a entrada de um ponta-de-lança (algo que é indispensável na máquina de Roger Schmidt), foi ultrapassado por um Benfica de maior qualidade e com o dito plantel recheado de diamantes de elevado quilate do qual Di Maria é o seu porta-aviões. À saciedade ficou provado que só alguém alienado ou um perfeito ignorante não vê o óbvio de que o Benfica é o mais forte candidato ao título – e face ao investimento realizado se não o conseguir é uma tragédia –, faltando apenas ver como o brasileiro Arthur Cabral (mas há Musa) se integra no grupo e fará esquecer Gonçalo Ramos.

Deixe o seu comentário

Pub

Publicidade