Mudanças e o colectivo
A bola por cá já começa a rolar naqueles testes que não contam ainda para nada mas servem para encher o olho dos adeptos com reforços e pérolas da formação, mas também para exibir fragilidades e lacunas das diversas esquadras. Sigo o ensinamento de Jorge Jesus, o principal favorito para o que aí vem é sempre o campeão em título. Reforçado também neste desígnio por um plantel que mexeu pouco e só com a ameaça da perda de um jogador basilar como é o capitão Diogo Costa, que brilhou a grande altura no Mundial. O FC Porto está bem organizado com uma ligação umbilical forte entre presidente e treinador, logo, está estável. E a previsibilidade é um argumento robusto para quem parte com o “estômago vazio” (palavras de Farioli) mas com renovada ambição de vencer.
