O destino de Jesus e Mourinho
Aquela loucura que vi em torno da partida do Flamengo para o Peru, fez-me regressar ao dia em que a generosidade do apoio se confundiu com sobranceria, em 2004, quando Portugal perdeu um Europeu que estava ao seu alcance. Já falam em estátuas para Jesus, prefiro saborear primeiro a doce conquista da Libertadores e do Brasileirão, que desejo ardentemente para calar os mesquinhos e invejosos que apoucaram um dos maiores treinadores portugueses de sempre, para então virem as homenagens merecidas.