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Rui Dias
Rui Dias Redator e repórter principal

Ricardo Pereira não é Marega nem Corona

Quais as vantagens de colocar Ricardo Pereira como extremo-direito?

É a opção por estilo diferente, porventura mais contido na exploração do flanco. Ricardo não tem a capacidade de apoio à zona central como Marega, nem a magia desequilibradora de Corona. É um jogador mais vertical, cujo movimento preferencial de aproximação à baliza é em linha reta. Por estilo e rotina é um jogador solidário, que não deixa sozinho o lateral (e Konan é um lateral com boa projeção ofensiva). A sua inclusão permite, por outro lado, que Maxi Pereira tenha mais minutos de jogo.

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Como interpretar a titularidade de Casillas no embate com o V. Guimarães?

Sérgio Conceição já disse, mais de uma vez, que não há castigos e que, se houvesse, não teria problemas em evidenciá-los publicamente. A escolha do guarda-redes começa por ser isso mesmo: uma bandeira de paz erguida à volta do assunto, um sinal de que estamos perante as consequências de uma opção técnica – José Sá teve uma oportunidade e nada fez que levasse o treinador a mudar de opinião. Por isso, Casillas jogou como resultado da gestão dos guarda-redes nas diferentes competições.

Faz sentido ver Raphinha, Heldon e Rafael Martins no banco do V. Guimarães?

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Faz se entendermos a decisão como uma atitude a pensar na Liga. Se fosse só a pensar na Taça de Portugal, e no duelo com o FC Porto, teriam de estar no relvado.

Por Rui Dias
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