Craques como Van Dijk não têm preço
Em plena vigência do Milan de Sacchi, na transição entre as décadas de 80 e 90, Johan Cruyff emitiu a opinião segundo a qual uma das mais deslumbrantes equipas da história resistiria à saída de Van Basten, Gullit ou Rijkaard mas não ao dia em que Franco Baresi decidisse pendurar as botas. Para a maior figura que o futebol conheceu na sua dimensão de jogador e treinador estava implícita uma convicção clara: goleadores, génios e chefes de orquestra são caros mas substituíveis; os grandes defesas não têm preço.
