Grande, enorme, monstruoso!
Vive em estado de exaltação permanente; é um duro em tempos de paz mas principalmente em períodos de guerra, a quem nunca se vislumbrou o mais leve sinal de envelhecimento. Não aprendeu por manuais de boas maneiras, preferiu seguir cartilha de pecados ligados a exageros de picardia, conflito, contundência e agressividade cuja dimensão por pouco não interferiu no destino como um dos melhores defesas do futebol mundial – lembram-se quando o Real Madrid não queria renovar-lhe o contrato, por se autoconsiderar "um clube de cavalheiros"?. Hoje, já quarentão, continua a ser impulsionado por um motor de sedução, orgulho, paixão, ambição e entusiasmo, que o vai conduzir não se sabe onde.
