Mais do que um campeão ‘à FC Porto’
Encontrou um clube em dificuldades e uma equipa desenraizada, que não refletia o sentir dos adeptos; não respeitava o código genético orientador da sua história e, apesar da qualidade, não era feita da mesma massa, não correspondia ao estilo, não respeitava a estética, logo não criava laços de identificação com o meio que representava. Por ser do tempo em que as equipas jogavam de acordo com as origens, os sentimentos, o pensar e as preferências da sua gente, Sérgio Conceição encetou a construção de um exército com elos de ligação ao passado que o suportava e à base filosófica que o conduziu através do tempo. A medida assemelhou-se à da década de 70, quando o FC Porto vivia mergulhado num jejum a caminho de 20 anos. Nessa altura com José Maria Pedroto, agora com Sérgio Conceição, Jorge Nuno Pinto da Costa encontrou o timoneiro para cumprir o objetivo final.
