Ninguém abdica de Rafa
Diz-nos a ciência que os melhores futebolistas atingem nível extraordinário de um tipo de inteligência que lhes permite processar muita informação em pouco tempo e tomar a decisão correta. Para o Intituto Karolinska de Estocolmo, citado pela revista científica ‘Plos One’, o futebolista está obrigado a reinventar-se a cada dificuldade; deve fazer uma avaliação constante das situações que enfrenta, pensar em novas possibilidades, tomar decisões rápidas e retificar outras que, já tomadas, se revelaram erradas. Para estes cientistas, cujo trabalho se centrou nas funções executivas do cérebro, o trabalho incidiu nas múltiplas atitudes úteis em desportos de equipa. Concluíram ser fundamental a memória do trabalho, a resolução criativa dos problemas, a flexibilidade cognitiva e a inibição de impulsos.
