O homem que rendeu Iker Casillas
Se o som na grande área de uma grande equipa tem a serenidade grandiosa da música clássica, Agustín Marchesín segue apenas o bom senso: não age como se pertencesse a um grupo de mariachis, que pode até ser feliz mas seria desenquadrado da realidade que o circunda. Por experiência, já educou o gosto pelo exibicionismo, pela transgressão inspiradora, pelo prazer juvenil da ação constante; rejeita a dispersão emocional de quem transportava o desejo de alimentar o espetáculo e limpou do reportório as contribuições avulsas, muitas vezes inconscientes e desenquadradas dos interesses da equipa, que punham em causa a função que desempenhava.
