O que dá o maestro ao Benfica
O clássico do Dragão deu vida nova ao Benfica de Jorge Jesus. A equipa reconstruiu mecanismos, oleou processos de funcionamento, consolidou opções, atualizou atitude e aproximou a produção global do valor individual de todos quantos lhe dão forma. A solução encontrada para a dupla do meio campo (Pizzi ao lado de Weigl), resistindo à tentação de juntar terceira unidade ou um elemento de ligação ao ataque (Seferovic ao lado de Darwin, em detrimento do mais abrangente Waldschmidt) foi determinante. Pizzi foi o escolhido para as operações no centro nevrálgico do jogo, superando a influência de quem tem discutido com ele o lugar na orquestra.
