Porque as emoções não têm preço
Certo dia, em Valdebebas, um adolescente deslumbrou os treinadores do Real Madrid que logo aconselharam a sua contratação. Aos dirigentes o menino fez pedido suplementar: uma casa para os avós, no valor de 85 mil euros. O departamento financeiro torceu o nariz, lamentou que a opção técnica tivesse recaído logo sobre alguém com exigência tão extravagante e recusou desbloquear a verba, com o argumento de que, com esse dinheiro, o clube contrataria três ou quatro miúdos. Os treinadores puseram a nu a estupidez do argumento: o craque era aquele e não outros. O craque era Neymar Júnior.
