Prestianni a crescer sem limites
Sacraliza a bola como tesouro artístico prestigiante para quem melhor o trata; com ela nos pés desafiou a derrota social, a miséria e o futuro incerto, dando esperança a uma vida mais próspera e feliz. Aos 20 anos, mantém o perfil e a estética de sempre – transporta o vírus sul-americano de que ganas e picardia são bens de primeira necessidade –, mas está na iminência de elevá-lo a patamares de excelência inimagináveis. Prestianni pertence ao restrito lote que os domadores de talento não conseguem dobrar. É um sobrevivente, em certas fases da carreira sabe-se lá com que sofrimento, à luta de quem sonha impor-se por si próprio e recusa ser apenas mais um funcionário da fábrica.