Taremi, as emoções e a estatística
Em Portimão, foi desarmado em ação ofensiva, gerando uma perigosa situação de contra-ataque ao antagonista. Não teve alternativa: saiu disparado em perseguição da bola e do seu portador (Luquinha); fez um carrinho, tocou a bola, procurou fazer tudo dentro da legalidade, mas o árbitro foi implacável, sancionou a falta e, mais relevante para o caso, mostrou-lhe o cartão amarelo. Mehdi Taremi explicou que não tocara no adversário, mas de nada lhe valeu. Manuel Mota manteve a decisão e o assunto morreu ali. A injustiça não o afetou. É um expert nesses assuntos, sobre os quais pode escrever uma enciclopédia.
