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A ordem e a fúria
A Espanha não esconde nada. Repete-se, e obriga o rival a resolver quatro vezes o mesmo problema. Chega a Arlington sem golos sofridos, com a defesa mais dominante da prova, e com uma maldição às costas: não passa dos oitavos desde 2010, e cai sempre para o mesmo perfil de rival. Aquele que aceita não ter a bola, leva o jogo ao detalhe e decide na lotaria. Portugal é, ponto por ponto, esse perfil. Bateu-a nos penáltis, há 13 meses, na final da Liga das Naçóes.
