Rui Borges preparou de forma exemplar uma eliminatória contra o único emblema invicto da Champions League. O Sporting gerou mais ocasiões e oportunidades de golo claras do que o Arsenal nas duas mãos. Só que saiu de Londres com um 0-0 que prolongou o 0-1 de Alvalade. Porque a intensidade de pensamento, que separa quem compete ao mais alto nível de quem lá chega por mérito conjuntural, opera numa frequência que os números mal perpassam.
