A (in)ação de Roger Schmidt
1 O primeiro quarto de hora da receção ao Salzburgo teve um papel decretório no desfecho do embate. Roger Schmidt voltou a olhar apenas para o seu umbigo na abordagem a uma partida, e não planeou ajustes estratégicos para fazer face ao expetável ideário do rival, do qual é, juntamente com Ralf Rangnick, co-responsável. Os touros impuseram-se de forma contundente, conciliando uma pressão alta feérica e uma reação pungente à perda, favorecida pelo posicionamento baixo dos laterais Bah e Aursnes, com um ritmo alto e enorme vertigem e verticalidade no processo ofensivo. Ante encarnados amorfos e apáticos, com processos de construção conjeturáveis, aos quais adiram indescritíveis erros não forçados. Do penálti imberbe perpetrado por Trubin na pequena área após um canto, que seria esbanjado por Konaté, a um atraso despropositado de Bah, que expôs Otamendi e Trubin, condenando António Silva, após calcular mal o tempo de salto, a cometer um penálti, que não só lhe custou a expulsão, como o 0x1, assinado por Simic desde os onze metros.
