A janela na catedral

O posicionalismo, do eixo Cruyff-Guardiola, que persegue uma geometria ideal pelo controlo racional do espaço, e o relacionismo, de Fernando Diniz, que recusa o fixo e habita o fluxo orgânico das relações entre intérpretes, são duas cosmologias do futebol atual. Onde o posicionalismo entrega aos jogadores um mapa imutável, o relacionismo entrega-lhes a bússola. Carlos Vicens, no SC Braga, manteve o mapa e devolveu a bússola, ao ensaiar uma síntese hegeliana com fundamentação cruzada. Filosófica numa perna, económica na outra

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