As convicções de Martínez

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1] A aposta no duplo particular ante a Suécia e a Eslovénia, a que se seguirão, em junho, as receções à Finlândia, à Croácia e à Irlanda, deixavam indiciar que um dos fitos de Roberto Martínez seria o de chegar com um registo 100% vitorioso ao Europeu. Um objetivo que se gorou, já que, depois de um resultado exuberante ante os suecos, a paupérrima prestação em Liubliana ditou a primeira derrota da era do catalão como selecionador nacional. Apesar de me parecer que este derradeiro período preparatório, à semelhança do que fizeram França, Inglaterra, Bélgica, Países Baixos ou Espanha, deveria servir para elevar a fasquia competitiva, o que ajudaria a perceber melhor, após o passeio que foi a qualificação, a capacidade de resposta lusa na fase a eliminar do grande torneio internacional, não vejo motivos para fazer ressoar teses alarmistas após o desaire na Eslovénia. Mesmo que os 4 tentos sofridos em 2 jogos comprovem que a competência do processo defensivo – principalmente em transição, mas também em organização – necessita de ser amplamente burilada, até porque a contundente aptidão ofensiva da Seleção – na gestão da posse e na ligação entre a criação e a finalização – e a falta de qualidade coletiva e individual dos rivais vinha a encapotar os sobressaltos nos momentos sem bola.

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