Dançar na corda-banda
1) Em Guimarães, num relvado impróprio para consumo, o que afetou as duas equipas, Roger Schmidt surpreendeu ao abdicar de Florentino, mais talhado do que Kökçü para um encontro com esse perfil, e, principalmente, de Arthur Cabral, a atravessar o melhor período desde que chegou à Luz, para apostar numa dupla de ataque móvel formada por Di María e Rafa. Tal como fizera, ao recorrer a Aursnes e a Rafa, na Supertaça, com uma etapa inicial a pender claramente para o antagonista, e na deslocação ao terreno do Inter, quando optou por Rafa e Neres, deixando Musa e Cabral (utilizados), além de Tengstedt e Guedes (não utilizados) no banco.
