Do 'gegendepressing' à rubenovação

1] Roger Schmidt, como em todo o exercício passado, insiste em não aprender com os erros. É certo que a metamorfose do 'gegenpressing' em 'gegendepressing' está consumada, o que fica comprovado com um modelo de jogo desgastado e degradado, o que o torna incapaz de surpreender o mais incauto e frágil dos rivais. Algo que mais uma pré-época, ao contrário do que seria obrigatório, nada resolveu, pela falta de introdução de novas ideias colectivas. Daí que, sem espanto, o Benfica, em 2024/25, apresenta-se como uma equipa mais débil nos quatros momentos do jogo – ataque posicional, organização defensiva, transição ofensiva, transição defensiva – e nem sequer no quinto momento, as bolas paradas, manifesta qualquer imprevisibilidade que desvende qualidade na passagem do treino para o jogo.

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