Lage perdeu-se na geometria

1] O ciclo vitorioso de Bruno Lage no seu retorno ao Benfica findou com uma derrota caseira contundente ante o Feyenoord. Apesar do técnico dos encarnados se ter agarrado à forma como os golos foram consentidos, com Otamendi a cometer dois erros indesculpáveis a epilogar lapsos coletivos garrafais, a verdade é que o clube orientado por Brian Priske, capaz de aliar o seu ideário com a slotização exigida pelos adeptos, manifestou uma superioridade clara durante os primeiros 59 minutos do jogo. Algo a que o treinador das águias, apesar de ser inequívoco que estudou com detalhe os neerlandeses, fugiu como o diabo da cruz. Porque a abordagem que fez ao embate foi manifestamente infeliz. Mas também há que ter em conta que a falta de competição em conjunto nas últimas 3 semanas, fruto do adiamento da deslocação à Choupana, da paragem para as seleções, e do recurso a uma equipa alternativa para defrontar o Pevidém, subtraiu flamância a um coletivo que estava num trajeto ascendente.   

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