Voltou ao peito a alma do dragão

Vinte e sete triunfos, quatro empates e um único desaire em trinta e duas jornadas. O FC Porto regressou ao topo do ludopédio indígena com uma antecipação que poucos anteviam, e fê-lo através de uma aliança rara entre projeto institucional e modelo de jogo. O título justíssimo de Francesco Farioli é, antes de tudo, a vitória da celeridade com que se concretizou um êxito que parecia exigir tempo. Há reconstruções que demoram anos a chegar. Esta chegou na primeira manhã em que ninguém esperava ouvir o som da bola a beijar a rede.

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