Movimento "pela Paz no Futebol"

Adicione como fonte preferencial no Google

Quando há 43 anos publiquei a minha primeira crónica na imprensa desportiva — um jogo da II Divisão —, Paulo Futre tinha 9 anos, quase a completar 10. Quando, pouco tempo depois, o vi em acção pela primeira vez, creio que num torneio da ‘Onda Verde’, pelo Cancela do Montijo, disse para comigo: "eh pá, este miúdo tem muito jeito, vai ser um craque!" E escrevi-o, ficando gravado para sempre. O ‘Paulinho’, como curiosamente todos os que gostamos dele o chamamos, fez depois a carreira que sabemos. Pela mão do grandíssimo Aurélio Pereira, foi para o Sporting e, em Alvalade, sempre em crescendo, foi confirmando os seus dotes de craque... Até às selecções (de jovens) foi um instante e não me esqueço das participações dele nos Europeus de Juniores de 1982 (Finlândia), na qual era o jogador mais jovem daquela equipa de Portugal (onde pontificava o ‘Jaime das Mercês’, do Amora) e de 1984 (ex-URSS), numa equipa da qual fazia parte o Fernando Mendes, lateral esquerdo, outro ‘bom malandro’, de quem guardo também boas memórias, só para citar outro caso de um ex-jogador com trajecto interessante, que entretanto se tornou numa figura mediática ao nível do comentário televisivo.

Deixe o seu comentário

Pub

Publicidade