Tudo pela Champions

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Com a contratação de Marchesín, o FC Porto pisa a linha dos 50 milhões de euros gastos em reforços para a nova temporada, um valor que ainda irá subir quando se concretizar a transferência de Mateus Uribe. Os mais de 80 milhões em vendas já encaixados poderiam ser, em condições normais, suficientes para equilibrar as contas, mas a verdade é que o passado ainda pesa muito e os dragões precisam de uma balança de receitas/gastos bem mais favorável, até porque ainda não estão livres do controlo financeiro da UEFA. No primeiro semestre de 2018/19, a SAD portista encaixou 60,8 milhões de euros em receitas da Champions, o que lhe permitiu fechar esse exercício com um resultado líquido de 7,2 milhões de euros. Como teriam sido as contas sem essa receita?

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