Respirar fundo
O ruído que se previa para a assembleia geral de ontem da Liga passou a um burburinho sem grande importância. Pedro Proença e a sua equipa foram o saco de pancada durante várias semanas, mas bastou a bola voltar a rodar e a discussão centrou-se em penáltis, erros de treinadores e falhanços de jogadores. Quando chegou a AG, anunciada como escaldante e em que muitos previam que estaria em discussão o futuro do próprio Pedro Proença, houve mais elogios à gestão da Liga do que críticas. O que, mais uma vez, mostra que poucos sabem realmente o que querem para a indústria do futebol.
