Sem margem para errar
A Seleção Nacional criou, desde a viragem do século, o bom hábito de marcar presença em todas as fases finais de Europeus e Mundiais, sendo das poucas seleções a ter um registo imaculado. Isso pode tornar aborrecidas a maior parte das qualificações, com vários jogos diante de adversários de ‘divisões’ inferiores que podem ser uma chatice para futebolistas envolvidos em competições de clubes de primeiro plano. O que é outro problema quando o caminho para o Qatar’2022 é bem mais afunilado do que muita gente pensa.
