A falha de Schmidt

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Com 36 anos e mais de 3 mil minutos nas pernas nesta temporada, incluindo seleção, Di María trouxe à Luz uma equação que o Benfica ainda não soube resolver. É óbvio que junta qualidade técnica, inteligência e experiência como nenhum outro futebolista em Portugal e isso já lhe permitiu vestir a pele de herói em vários momentos decisivos – em Salzburgo, por exemplo, no tudo ou nada europeu, fez uma exibição monstruosa. Mas Di María não são apenas dribles, assistências e golos, é um jogador que cria desequilíbrios sucessivos na equipa, pela forma como arrisca sempre que tem a bola nos pés e pela pouca disponibilidade para participar no processo defensivo.

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