A guerra fria

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A cimeira de presidentes que se realizou ontem em Coimbra foi uma espécie de ringue onde Fernando Gomes e Pedro Proença trocaram alguns argumentos sobre a obra feita em nome do futebol português. É certo e sabido que a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vai ter um novo presidente em breve, pois o atual está impedido por Lei de se recandidatar; também é certo e sabido que Proença há muito que se posiciona para a sucessão, com múltiplas operações de charme junto dos vários sócios com representação na Assembleia Geral eleitoral; e, por fim, também é certo e sabido que não é – e dificilmente será – o candidato preferido de... Fernando Gomes. À imagem que aconteceu no mundo durante grande parte da segunda metade do século XX, vive-se uma guerra fria no futebol português, com focos de tensão espalhados um pouco por todo o lado. As eleições na FPF estão previstas para o final deste ano ou princípio do próximo. Até lá, as coisas vão aquecer.

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