A política do silêncio
Esta temporada está a começar com uma estranha calmia. É verdade que tivemos até agora mercado para encher as conversas e nem os empates de Benfica e Sporting na jornada inaugural levaram a um atiçar dos cães contra os homens do apito e do monitor. Eleito há menos de dois anos com a promessa de humanizar a arbitragem, o CA (agora com o apoio de um novo diretor técnico nacional) puxou o travão de mão à política da porta aberta e mandou calar toda a gente, acabando com as avaliações públicas e com programas de televisão.