ADN de vitória

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Em sete temporadas com Sérgio Conceição, o FC Porto joga pela quinta vez os oitavos de final da Liga dos Campeões. É um registo raro, mesmo entre os clubes de países mais endinheirados, e absolutamente extraordinário para um emblema de uma liga mais periférica como é a portuguesa. É claro que, diante do Arsenal, os azuis e brancos partem claramente atrás na corrida do favoritismo. Nada que não tivesse acontecido antes, muitas vezes, e que pouco contou dentro de campo. Os ingleses, até pela experiência da época passada na Liga Europa, que não contem com facilidades.

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