Assim não vai dar

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Não há uma segunda oportunidade para causar uma boa primeira impressão mas um Mundial, especialmente neste formato XXL, dá segundas oportunidades para começar. O empate com a RD Congo não é um resultado trágico, mas a exibição foi pobre e esvaziou o balão de otimismo com que a Seleção Nacional partiu para os Estados Unidos. Há quatro anos, a Argentina perdeu com a Arábia Saudita na estreia e acabou campeã; há 10, no Europeu do nosso contentamento, Portugal sobreviveu a uma fase de grupos com três empates. O mais importante seria aprender com os erros, mas o que vimos ontem foi um filme repetido desde que Roberto Martínez é o realizador: incapacidade para jogar em ataque posicional, culpa de posse de bola estéril e da falta de criatividade. Diante do Uzbequistão, ou alguma coisa muda ou corremos o sério risco de complicar o que parecia, e devia ser, fácil. 

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