Bloco baixo

Sérgio Krithinas
Sérgio Krithinas Diretor Adjunto

Caminho faz-se caminhando

O título desta crónica é uma frase muito batida por Rui Vitória, à qual recorreu sobretudo quando as coisas lhe corriam mal e precisava de tempo para melhorar a equipa. Mas tem sido quase um lema do Benfica desde o virar de século, quando Manuel Vilarinho, primeiro, e Luís Filipe Vieira, depois, tomaram conta do clube. Não sendo o único parâmetro de avalição, o ranking dos encarnados na UEFA é sintomático: em 2002, o Benfica era a 91.ª equipa europeia; de 2013 para cá, tem oscilado entre o sexto e o quinto lugares. Há 10 anos, qualquer clube holandês, grego ou turco seria um grande obstáculo numa eliminatória europeia; atualmente, o Benfica é favorito perante esses adversários. Uma diferença que faz toda a diferença.

A estabilidade que Vieira trouxe aos encarnados, dando um rumo ao clube, tornou-o imune à troca de jogadores e treinadores. Nada disto se fez num dia, nem num ano, nem sequer em 10 anos, e houve erros durante todo o processo, mas é um facto que o tempo tem sido quase sempre bem utilizado na Luz. Voltámos ao tempo em que quem treina o Benfica arrisca-se mesmo a ser campeão.

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