Decidir é preciso
Todos podem questionar algumas decisões da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), mas se há coisa de que o organismo não pode ser acusado é de não decidir. Desde que a neblina de Covid-19 desceu sobre as nossas vidas, o governador do futebol português tem procurado envolver-se na busca de soluções a todos os níveis, desde o futebol profissional ao amador. Mesmo que também a FPF tenha sido uma das grandes vítimas desta paragem, já que de um dia para o outro perdeu receitas que estavam orçamentadas, com especial destaque para o bónus que iria receber da UEFA pela presença no Euro’2020. O caminho mais óbvio seria cortar no dinheiro que previa distribuir, mas é precisamente o contrário que temos visto. E, agora, chega mais um bom exemplo de consciência social de jogadores, treinadores e dirigentes, que doaram metade do prémio pessoal aos clubes do futebol não profissional.
